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domingo, 17 de março de 2013

Decisões,convulsões e outras questões...




...e hoje foi o dia dos meninos ( já sei! estavam à espera que eu dissesse que era o dia do Senhor, mas já tivemos o nosso momento católico e como sabem, aqui há de tudo, como na pharmácia!) . Ao Domingo, sempre que posso e a profissão me deixa, gosto de os deleitar, e a mim, com um delicioso petisco confeccionado longe das mãos maternas que, diga-se de passagem, é uma sacrificada no que concerne a logística de sobrevivência familiar. Sim! eu faço parte da maioria dos " jovens" ( e porque não??!!) adultos que continuam a sobreviver à custa do " Paitrocínio". Falta de juízo! diriam vocês... sim, responderia eu, falta  de juízo de quem nos governa e que não soube proteger as gerações do endividamento, não soube proporcionar a educação necessária sobre politicas económicas, deixando-nos à mercê de grandes grupos económicos e bancários...e infelizmente ainda assim continuamos, mas de certeza não por muito tempo, que não há "Paitrocinio" que seja para sempre... adiante... como dizia, hoje foi dia dos meninos:  como mãe cuido para fazer o que os governantes não fizeram connosco, educá-los!

Hoje o dia foi dedicado às drogas: a saber, todo o período de convulsão social e descontentamento trás consigo muitos tipo de vício que tendem a ser um substituto dos horizontes que, por esta ou aquela razão, se perderam. Essa parte da lição já foi dada. Vicio é toda aquela substância que ao ser consumida altera, de alguma forma, a  percepção da realidade e sem a qual depois de se iniciar o consumo, o organismo não consegue "funcionar" devidamente. O jogo, o café, o tabaco, o álcool  são algumas das legais, tal como alguns medicamentos e depois temos as outras.
Não vale a pena escondermos o lixo por baixo do tapete, elas existem, estão aí à porta das nossas escolas, exactamente nos locais onde andam os nossos filhos, portanto nada melhor do que saberem e o que é e o que lhes pode fazer, para conseguirmos ajudá-los a combaterem a vontade de experimentar ou abusar. Não se iludam, não somos nós, pais, que vamos impedir que eles façam seja o que for, vão ser eles e sempre eles que vão decidir se querem ou não fazer. Nada melhor do que a informação para que possam decidir em consciência. E não é esta a base da democracia??

Nem sempre é fácil falarmos sobre determinados assuntos. Também não é fácil justificarmos as nossas fraquezas ( mas ó mãe, porque é que fumas?) e muito menos fazer desaparecer a imagem de super-herói que qualquer filho tem dos pais. Mas é esta a realidade, somos frágeis, susceptíveis de erro e a maior parte das vezes nem temos razão. Mas cabe-nos a nós demonstrar- lhes que ser humano é mesmo isso, que podemos voltar atrás para pedir ajuda e conselho e que sobretudo é na escolha, nas nossas escolhas, e na procura que fazemos para escolher em consciência, que podemos e devemos fazer toda a diferença à sociedade.

...e vou, que se faz tarde e dizem eles que amanhã começa uma nova semana...inté!




quarta-feira, 13 de março de 2013

(Re)Pensando a União



" Os analfabetos do séc. XXI não serão os que não sabem ler nem escrever mas sim aqueles que não saibam aprender, desaprender e reaprender" 

                                                                            Alvin Toffler


...E lá vamos nós outra vez! a vida é como o carrocel  "A Selva" , cheio de subidas e descidas que, se bem reflectidas e interpretadas, mais não são do que repetições reajustadas de situações idênticas.

Voltei á escola. É neste momento que me sinto outra vez como a menina de carrapito no alto da cabeça, de sorriso (bem armado) na face, prontinha para me tentarem imprimir de novo  tudo o que conseguir desencantar de todos os cantos do conhecimento.   A diferença é que o mundo mudou muito e com ele as formas da educação. Tanto que não haverá já quem me imprima nada. Apenas a vontade que eu demonstro ou não de querer imprimir em mim alguma coisa me fará aprender .

Pois sim! Finalmente chegámos áquela fase em que só nos é permitido aprender o que realmente quisermos aprender. Logo, só iremos mudar a forma de actuar, perante a vida e as situações, se realmente deixarmos que se imprima algo de novo em nós ( a viajar na maionese??!! pois! eu passo assim a maior parte das horas dedicadas à meditação transcendental de como transformar os meus sonhos em algo de completa impossibilidade de compreensão... love it!!)

O processo de Bolonha trouxe à educação a  já tão conhecida harmonização que a nossa União tanto anseia. Independentemente de europeista ou não, a união está aí, existe, é uma realidade mesmo que por vezes nos pareça uma coisa vagamente longínqua, que toma forma, por vezes desajustada, lá para o lado de Bruxelas. O que me incomoda nisto tudo é realmente esta necessidade de harmonização que me parece, para além de provavelmente na realidade impossível, limitadora da necessidade da existência de polos opostos para que se debatam as ideias. Ora bolas! se formos todos iguais provavelmente passaremos a ser uns " sensaborões", de pontualidade britânica e organização alemã, poupados como os suíços e submissos como os países de leste! O que faremos à siesta espanhola, ao trânsito italiano e à gula portuguesa??? Pois que se harmonizem procedimentos mas por favor que se continue a tratar cada povo com o devido respeito às suas tradições e costumes, sabendo que toda a sociedade evoliu através da incorporação de novos costumes de que se apropria somando às suas as novas caracteristicas...

...e isto tudo para dizer que um povo é muito mais do que a soma das suas gentes e um individuo é muito mais do que a soma de todas as suas caracteristicas. Para se compreender alguma coisa é necessário reflectir sobre ela, estar disposto a criar hipoteses e abandoná-las se não servirem. O método científico é uma coisa maravilhosa que começa tão somente com a formulação de uma pergunta. Perdermos o sentido questionador e acatarmos tudo o que nos é proposto sem questionarmos a sua eficácia é perigoso e tornarnos-á susceptíveis de "ataques" externos á nossa autonomia e soberania. Podemos ser uma união, mas esta só o poderá ser se na realidade mantiver protegida a identidade ( leia-se tradições, costumes etc e tal) e o respeito pela diferença de características de cada um dos seus membros...








"Asa que possa andar no firmamento,
Só caminha no chão por cobardia"


                                       Miguel Torga                           


                                                     "O Universo não é ideia minha
                A minha ideia de universo é que é ideia minha"



              Alberto Caeiro ( heterónimo de Fernando Pessoa )

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Onde é que eu já vi isto antes?

... e já agora por falar em mudanças e arrumações:

Dantes, se me falassem em Lello, lembrar-me-ia das enormes enciclopédias que faziam parte das estantes lá de casa, com significados e interpretaçõeses de tudo e mais alguma coisa. Hoje em dia, as estantes deste país estão carregadas de outro tipo de Lellos que se preocupam com tudo e mais alguma coisa, menos com o que realmente importa, que é a qualidade de vida das Pessoas.




Este sentido de Estado é no mínimo estranho e assim não admira que os mortos se levantem , nos cadernos eleitorais, e venham votar porque os vivos já não lhes ligam nenhuma...


























 
 
 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Dar um sentido de estado (do sítio)




 De todas as coisas, a  que mais me preocupa (diariamente), é a dúvida contínua se tomarei as decisões acertadas em relação à educação dos meus dois futuros homens. Acredito piamente na tal expressão corriqueira que diz: " é de pequenino que se torce o pepino" e eu gostaria que ambos os meus rapazes aprendessem a "torcê-lo até ao tutano", ou seja, que aprendessem a tentar perceber, sempre, o porquê das coisas. ( vá pronto! é verdade, o que eu quero mesmo é encher este país de mafaldas em ponto grande!)


Educar, muito para além de ser mãe ou pai, é sobretudo oferecer àqueles que de nós ganham o dom da vida, as ferramentas básicas para a sua própria felicidade. Isso implica bases, e as bases são nada mais nada menos do que o respeito pelos valores que nos tornam diferentes do outros animais que competem indefinidamente pelo direito à vida.  Quero acreditar que já estamos muito além desse patamar, e que , apesar dos muitos maus exemplos que por aí se vêem, o direito à vida, hoje, se refere à dignidade e ao respeito pelo outro na sua diferença e também na sua igualdade - ao respeito pela honra, pela palavra dada, pela amizade como um valor superior a qualquer outro que se possa transformar em corriqueira grandeza de um pouco mais que nada -  pois que no final seremos sempre todos iguais, e dos fracos e afins não reza qualquer verídica história.


Por falar em rezar : espero que por valores se entendam valores morais e não outros de qualquer outra espécie que possam andar misturados, sem nunca esquecer que os nossos valores devem sempre dar a primazia do amor ao próximo ( sim eu sei, sou repetitiva, mas esta coisa  do desrespeito pelas liberdades fundamentais; o uso e abuso dos poderes como se eles fossem dogmáticos, " pôe-me em estado de sitio" !)






sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

... e afinal, ele já cá está =)

 
Por vezes é necessário termos esperanças realistas. Não esperar demasiado, não aumentar expectativas, não " dourar a pílula" para que ela não venha a ter um "sabor amargo".
 
O novo ano chegou ( chegava mesmo que não o quisessemos) e era necessário que assim fosse, porque necessitamos de renovações, mesmo que simbólicas, para mantermos viva a chama da esperança.  O ser humano faz-se, para além de vida vivida, de formas de vida projectadas, pensadas, elaboradas. É a nossa percepção do que nos rodeia, que nos ajuda a processar o que nos acontece e preparar o que pode acontecer. Um planeamento definido aliado a um trabalho arduo oferece-nos garantias: perpectivas, segurança e confiança.
Confiemos que 2013 será um ano melhor. Mesmo que todos os dias nos encharquem com pessimismos, violências ou essa nova moda do culto da desgraça, acreditemos que ( à nossa escala) poderemos marcar a diferença. 
 
Acreditar no trabalho daqueles que nos dizem algo, que nos acrescentam, que sabemos que prestarão as suas contas e que manterão as suas ideias e valores, mesmo que por vezes à custa de algum esforço pessoal, é sobretudo acreditar no ser humano, como "algo" muito para além do mundo animal: um ser complexo, maravilhoso e dotado de capacidades únicas como capacidade de querer, amar e imaginar.
 
 
 
 
 
 
 
 



a primeira imagem retirei daqui e as outras do "amigo" google  =)

 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Aprender a voar




Quando as rochas derreterem,
e as ilhas se cobrirem com o sumo da vida,
quando o vento assobiar às tempestades,
deixando  as nuvens de chorar o seu tormento
Eu aprenderei a voar
para salvar as crianças
das marcas do passar do tempo

«««««««««««««««««««««««««««««««

ela queria aprender a voar,
aproximou-se,
espreitou pela janela e viu o mundo a brincar sem ela.

abriu os braços e atirou-se:
o chão é duro
o pó levantou, com o peso do corpo
em redor
tudo ficou turvo, os sentidos perderam-se
nada parecia ser o que fora

O chão é duro,
mas é certo o seu lugar
e a menina aprendeu
que os humanos não podem voar

ela queria aprender a voar,  devagar,
a estrada é muito suja, e começou sozinha...

intacta, ela continua,
a estrada há-de chegar...

Um dia


 







Para o menino que queria chegar a Marte ... já passei a fase da lua ... =)

domingo, 2 de dezembro de 2012

À Porta



A porta : da porta para dentro, no meu mundo, ainda se conseguem ver as mito_lógicas criaturas que habitam todos os sonhos que se podem ter enquanto se é criança; os bosques têm árvores frondosas, onde a cada recanto se encontram mágicas criaturas, com misteriosos poderes.
Os caminhos, por vezes turtuosos, no meu mundo, sempre chegarão a algum lugar; a porta: na entrada de um maravilhoso castelo onde as asas me fazem borboleta com uma bateria no peito, qual gaivota a voar pelos céus de uma lisboa que só eu conheço...
No meu mundo, tudo se conjuga, porque tudo isso é ser, e é isso ser o meu ser, mas isso seria quase impossível saber...se...
Dentro da porta assim é; da porta para fora nada se vê para alem dos olhos de quem olha. Uma casa, uma rua, uma estrada, um caminho até chegar, e a espera, a espera do que se pretende encontrar: braços abertos, um abraço ambulante, a colocar sorrisos nos lábios que se abrem para colocar em voz pensamentos com o cunho de uma raiva que não se sabe onde guardar ( onde e que se colocam as coisas que não são propriamente lixo, mas que não sabemos como usar? Onde se deixam, esquecidas, as duvidas, quando tudo corre mal?).
À porta um eu, num seu que é meu e teu...os sonhos da porta para dentro, o mundo da porta para fora, e à volta a vida, que vai na rua, que não me interessa, desde que hajam braços abertos na porta do meu castelo, rodeado de florestas encantadas onde se cantam abraços e desejos.
A porta: da porta para dentro um mundo assim, lá fora tudo o que se espera de mim...


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Iluminando as horas...




..."Um barco aporta no rio,
Um homem morre no esforço,
Sete colinas no dorso
E uma cidade p'ra mim.

Gosto de ti como quem mata o degredo,
Gosto de ti como quem finta o futuro,
Gosto de ti como quem diz não ter medo,
Como quem mente em segredo,
Como quem baila na estrada,
Vestido feito de nada,
As mãos fartas do corpo,
Um beijo louco no porto
E uma cidade p'ra ti.

Enquanto não há amanhã,
Ilumina-me, Ilumina-me"....


Pedro Abrunhosa - Ilumina-me


Toda a gente quer chegar, ninguém sabe bem onde, mas quer
é quase como um volver, sem saber o que querer...
Falta-nos luz, falta-nos um onde e um porquê
...vamos andando... até quando...
mas vamos... imaginando não morrer
vamos, imaginando um sempre mais arder,
num peito que pensa, enchendo de razão
o lugar do coração...
vamos...
ardendo, num lume de meter medo
esperando um amanhã iluminado
tal como o imaginado
amado
suado
forçado,
sofrido
carregando no sonho a luz
 de um futuro a fazer jus
ao que se caminhou,
ao que não se alcançou..

gosto da vida, mesmo que sofrida:
ilumina-me as horas,
torna-me a felicidade tão comprida
que faz esquecer todas as complicadas demoras...

Um ajuste nas contas
de quem não conta
com as rasteiras
e as asneiras
que a vida nos apronta... 









terça-feira, 3 de julho de 2012

O valor das coisas


Eu acho que... 

ainda temos 


Os dois lados da coisa.

Li isto no site do Sindicato dos Enfermeiros:
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"A rácio de 1,5 Enfermeiros por Médico coloca-nos no desonroso lugar 30º entre 40 países indicados no estudo. 
Mas não deixa de ser significativo que, desde a Irlanda, com 6,4 Enfermeiros por Médico, à Finlândia com 5,7 Enf/1 Médico, àDinamarca, com 4,2/1, à Holanda 4/1, quanto maior é a rácio Enfermeiro/Médico, maiores são os ganhos em saúde, como é do domínio público."
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Não sou particular entusiasta no rácio Enfermeiros/Médico, especialmente numa contabilização onde na rubrica "Enfermeiros" cabem todos os profissionais que exercem no contexto relacionado com a Enfermagem; o que significa que uma parte muito substancial não são Enfermeiros (tal como em Portugal concebemos), mas "aparecem nas contas"!
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Compreendo que o excesso de Médicos empregues no sistema é pernicioso para o mesmo!
Todavia, deixo algumas considerações interessantes (para quem gosta de ponderar acerca dos cenários para a evolução da profissão):
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1. Não existe nenhuma relação directa sólida entre o rácio Enfermeiro/Médico e a qualidade (e eficácia) do sistema de saúde; existe, sim, uma relação com as dotações de Enfermeiros - o que é diferente. 
Se assim fosse a Polónia, Coreia, Eslováquia, República Checa ou a Rússia teriam melhores sistemas de saúde do que Portugal... o que é falso! Ou então os Estados Unidos melhor que a Suécia, Finlândia ou Noruega... o que é, uma vez mais, falso! 
A título de curiosidade, o continente africano tem um rácio médio de 5 Enfermeiros para um Médico; ou seja, nos países sub-desenvolvidos também existem bons rácios, no entanto...



2. Em todos os países referidos pelo sindicato, os Enfermeiros auferem um salário igual ou inferior à média salarial da população(estimada entre professores, sapateiros, empregados de mesa, cartomantes, mineiros, etc - dos qualificados aos analfabetos) do respectivo país. Entendem o que isto significa? 
Portugal, por exemplo, em proporção relativa, é o segundo país mais bem classificado neste ranking (mundial)!


Podemos observar que, por exemplo, os Enfermeiros Irlandeses, Noruegueses e Finlandeses, auferem rendimentos próximos (em alguns casos, inferiores) salário médio do seu país (por vezes pouco acima do salário mínimo).
Assim, podem reflectir no futuro da Enfermagem... sabendo que maiores rácios Enfermeiro/Médico, estatisticamente, significam menores salários!
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Aguardo contra-argumentações. 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Corr...opção (?)

Traduzindo...




Está tudo dito.
Dr Tiago, parabéns!, precisamos de mais corajosos como o sr, que lembre às pessoas que a democracia é dos cidadãos e não dos políticos, que um cargo público

 público 
(latim publicus, -a, -um

adj.

1. Relativo ou pertencente ao povo, à população. = GERAL ≠ PRIVADO

2. Que serve para uso de todos. = COLECTIVO, COMUM ≠ PARTICULAR, PESSOAL
3. Relativo à governação ou administração de um país. ≠ PARTICULAR, PRIVADO
4. Que é do conhecimento de todos. = MANIFESTO, NOTÓRIO, PATENTE ≠ SECRETO
s. m.
5. A população em geral. = POVO
6. Conjunto de pessoas que assiste a algo, geralmente um espectáculo ou uma emissão. = ASSISTÊNCIA, AUDITÓRIO, PLATEIA
7. Conjunto de pessoas que se interessa por algo ou ao qual se dirige determinada mensagem ou produto. = PÚBLICO-ALVO
8. Sector de uma actividade pertencente ao Estado.
em públicodiante de todos, ou de muitos.
em público e rasocom a assinatura do escrivão por extenso e em presença de testemunhas.
encargos públicosVer encargo.
opinião públicaVer opinião.
voz públicaVer voz.


exige transparência e interesse pela comunidade e não só pelo próprio umbigo ( sejamos sinceros, nem todos somos "madres Teresas de Calcutá" mas exige-se o mínimo, ou seja, a real noção de serviço público)
e que ficar calado à espera que "pingue" alguma coisa para o nosso lado só vai aumentar as probabilidades dos nosso filhos virem a ser prejudicados.

Avé

" A Deus o que é de Deus e a César o que é de César"

... e tenho dito...



( tirei daqui)



( e este foi daqui)
















terça-feira, 22 de maio de 2012

Os Palácios de Cristal ( ou aquilo que parece que é, mas não é)


Toda a gente sabe que uma das coisas que mais gosto de fazer é conhecer, ver com os meus próprios olhos,  saber o que está pela frente e por detrás de determinadas  (se possível todas) as coisas.  Este fim-de-semana a minha curiosidade recaiu sobre o Palácio de Cristal.

Infelizmente dei por a mim à procura de uma coisa que não existe...ou seja, apenas a teimosia de uma população que não se conforma com os erros de gestão e com a destruição de um bem essencial que é a cultura ( ou as convicções!!!???) permite que o referido nome se mantenha sempre presente na memória colectiva como forma de não apagar a vergonhosa atitude. 



Hoje deparo-me com esta noticia...


e só me apetece congratular o referido sr pela coragem que tem de, perante até a " sua própria camisola", apontar o dedo aquilo que toda a gente sabe que se faz a "torto e a direito"...



E mais uma vez só aqui para nós, que ninguém nos ouve... aposto que lhe estão a tentar " apertar os calos" 


A minha conclusão é simples: alguém vai ganhar alguma coisa se isto se investigar?? é que se for, cuidado!! eles vão andar por aí....

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Um pobre Estado sem espírito

Parece que a revista Focus vai fechar. Entristece-me mas não me admira. Quando ouço políticos com este tipo de discurso, até a mim me apetece ler uma revista cor de rosa.



É triste pensar que esta senhora considera que os seus compatriotas são meros números ou embalagens com prazo de validade: aqueles que por acaso até pagam para a ouvir, e sobre os quais pelos vistos ela nada sabe. É que mesmo que se aplique um ajuste aos rendimentos a maior parte dos doentes renais continuarão a ser comparticipados e não são estes os que maior desfalque fazem ao estado...

Nesta época de promoções, há muita publicidade enganosa e o mais importante não pode ficar por alcançar!






quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Iluminando os maus exemplos

Falando do presente, lembro-me do passado e apetece-me retomar um pouco do mau feitio. Diz o Sol, iluminando um pouco as contas da contenção, que somos a seleção que mais gastará em luxos de "merecido" repouso: 33mil euros por dia! O que é que eu faria com 33mil euros por dia? Pois nem sei bem, mas correr atrás de uma bola é um trabalho desgastante, com bastante produtividade e ganhos para o país que patrocina a equipa ( digo eu !!?? ). Só isso pode explicar que em tempos de crise, em que queremos demonstrar a nossa capacidade de "acertar as contas" se gaste estes montantes em despesas de estadia. Ou então é para emparelhar com as quantias que se gastou em estádios durante o Euro, o que toda a gente sabe:  foi um bom negócio!

Já agora senhores jornalistas, dispensamos as noticias diárias sobre o estado de saúde do nosso querido Eusébio. Não é que não me preocupe com o estado de saúde do sr., mas eu já nem sou do tempo de me lembrar de o ver jogar, sei de muitos portugueses, também da área do entertenimento, que continuam a produzir, dando o melhor de si nos palcos e fazendo as nossas vidas mais felizes ( o futebol serve para isso, certo?) e até a nossa querida Amália, a grande embaixatriz da nação, já não está connosco. Estamos na época das pneumonias, é um facto! e provavelmente muita da nossa população que contribuiu toda uma vida para o desenvolvimento do país sofre neste momento dos problemas da idade e da temperatura. Todos nós sabemos que o senhor terá que falecer um dia , por favor não o queiram anunciar antes do tempo.  E já agora poupem nas despesas de estadia e iluminem um pouco a vida daqueles que neste momento podem precisar mais do que a nossa seleção.




Não??!!!???