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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Reanuncio da boa nova!



O papa Bento XVI renunciou...e a Igreja católica chega assim,
finalmente, ao séc.XXI.
Sou católica, apostólica, mas não sou romana, sou portuguesa e bem!

A Instituição Igreja tem demasiadas responsabilidades civis e humanas
para se recusar a entrar no novo milénio. Tentar manter uma
instituição a funcionar como o fazia à séculos atrás é no minímino uma
irresponsabilidade.

Há 600 anos que um papa não renunciava . Diz Bento XVI e bem: "No
mundo actual, sujeito a rápidas transformações e sacudido por questões
de grande relevância para a vida da Fé, para governar a barca de S.
Pedro e anunciar o Evangelho é necessário também vigor, tanto do corpo
como do espírito...."

Esperemos que o conclave e o colégio dos cardiais reconheçam a mensagem
explicita que Bento XVI pretendeu enviar: ele,  ainda no poder das
suas faculdades, resolveu renunciar para que não fique a sua história
marcada por decisões que pode já não ser ele a tomar se se mantiver no
lugar. Um Papa que viu a sua confiança ser traída e os seus "operários"
com condutas menos próprias,  percebeu que
alguma coisa tem de mudar!

A Igreja tem responsabilidades na educação, no apoio e
segurança sociais: não pode ser a ultima a admitir a igualdade das
mulheres; não pode fingir não ver que a sexualidade faz parte da vida
humana e que pode ser veiculo facilitador de doenças, fome e pobreza.
Deus disse: " Crescei e multiplicai-vos" (génesis 1.28) mas não disse
"comei-vos uns aos outros" . É necessário reconhecer as limitações e
capacidades do planeta Terra e tentar através da educação dos povos
manter a tranquilidade social, o reconhecimento das igualdades de
direitos, a fé e a esperança num mundo mais justo, que nos capacite
uma melhor qualidade de vida, com respeito pelas diferenças de cada
povo.

João Paulo II pediu desculpa aos judeus pelas calamidades do
holocausto, agora que a Europa atravessa um novo momento de crise, é
necessária a paz e a compreensão para levar o barco a bom porto.

Jesus veio anunciar a boa nova, nasceu num berço sem luxos, não
para que nos tornássemos todos pobres mas para mostrar que somos
todos iguais independentemente do berço onde nascemos.

" Amai-vos uns aos outros como eu vos amei"e que a Igreja Católica aproveite esta
oportunidade para mostrar aos outros poderes que a sua riqueza pode e
deve ser distribuida por todos pela melhora das condições de vida,
pedindo apenas por juros que os povos sejam Justos perante o próximo!


( ...e já agora, desçam-no do trono que está desapropriado à doutrina!)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Um belíssimo corte



Por acaso acho piada... num país de negócios da China,  as imitações já se tornaram legais... ou não, só que é muito mais fácil fingir que não se percebe, para não ter que dizer que se errou... ou então sou eu outra vez com a mania que sou boa ...




... é tão mais fácil dizer que a culpa é toda dos outros... mas também num país que começou à estalada entre mãe e filho, o que é que se podia pedir mais!!!


( deve ter sido a febre que me fritou os neurónios...)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Onde é que eu já vi isto antes?

... e já agora por falar em mudanças e arrumações:

Dantes, se me falassem em Lello, lembrar-me-ia das enormes enciclopédias que faziam parte das estantes lá de casa, com significados e interpretaçõeses de tudo e mais alguma coisa. Hoje em dia, as estantes deste país estão carregadas de outro tipo de Lellos que se preocupam com tudo e mais alguma coisa, menos com o que realmente importa, que é a qualidade de vida das Pessoas.




Este sentido de Estado é no mínimo estranho e assim não admira que os mortos se levantem , nos cadernos eleitorais, e venham votar porque os vivos já não lhes ligam nenhuma...


























 
 
 

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Um lugar... em qualquer lugar


Sou uma "apegada". Apego-me às coisas como se depois delas nada mais pudesse haver ( desde menina); guardo ainda as bonecas favoritas, os bilhetes de viagens singulares, toda uma parafernália de lixos sentimentais que têm apenas e só o valor que lhes dou e na maior parte das vezes não servem para nada senão para fazer monte. As separações são-me dificeis ( Freud explicaria isto facilmente. Assim como tantos outros, e até eu, mas não me apetece e nem voces têm nada com isso) mesmo que eu saiba por A+B que ficar é insustentável, mudanças nunca me foram fáceis.

A bem dizer, já nem sei há quanto tempo ando por aqui a phomentar. Uns dias mais divertida, outros mais chata, e outros ( muitos) mais lamechas ( confesso sou de uma lamechice de envergonhar qualquer caramelo que se digne do nome) .  Agora decidi mudar de visual ( espero que me saia melhor do que o corte de cabelo, que por incrivel que pareça não consigo dominar de jeito nenhum). Nunca fui perita em arrumações, bem pelo contrário, o meu forte é mesmo desarrumar tudo.Por isso não se admirem se de cada vez que aqui voltarem ( supondo eu que até voltam) esteja tudo completamente diferente. Tenho muita dificulade em ficar satisfeita, e para mim nada está suficientemente bom. É mau ,eu sei, sofro isso na pele.
Vou tentar mudar o visual do sitio ( mudanças de sitio também já vão começando a ser comuns...), a ver se a coisa melhora, ou então não... é que , como dizia a minha avó: para baixo, todos os santos ajudam, pra cima só um ( e agora até já coxa está a começar a ficar) . Senhor: dai-me paciência, porque se me dás força...não há moral que me aguente!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Dar um sentido de estado (do sítio)




 De todas as coisas, a  que mais me preocupa (diariamente), é a dúvida contínua se tomarei as decisões acertadas em relação à educação dos meus dois futuros homens. Acredito piamente na tal expressão corriqueira que diz: " é de pequenino que se torce o pepino" e eu gostaria que ambos os meus rapazes aprendessem a "torcê-lo até ao tutano", ou seja, que aprendessem a tentar perceber, sempre, o porquê das coisas. ( vá pronto! é verdade, o que eu quero mesmo é encher este país de mafaldas em ponto grande!)


Educar, muito para além de ser mãe ou pai, é sobretudo oferecer àqueles que de nós ganham o dom da vida, as ferramentas básicas para a sua própria felicidade. Isso implica bases, e as bases são nada mais nada menos do que o respeito pelos valores que nos tornam diferentes do outros animais que competem indefinidamente pelo direito à vida.  Quero acreditar que já estamos muito além desse patamar, e que , apesar dos muitos maus exemplos que por aí se vêem, o direito à vida, hoje, se refere à dignidade e ao respeito pelo outro na sua diferença e também na sua igualdade - ao respeito pela honra, pela palavra dada, pela amizade como um valor superior a qualquer outro que se possa transformar em corriqueira grandeza de um pouco mais que nada -  pois que no final seremos sempre todos iguais, e dos fracos e afins não reza qualquer verídica história.


Por falar em rezar : espero que por valores se entendam valores morais e não outros de qualquer outra espécie que possam andar misturados, sem nunca esquecer que os nossos valores devem sempre dar a primazia do amor ao próximo ( sim eu sei, sou repetitiva, mas esta coisa  do desrespeito pelas liberdades fundamentais; o uso e abuso dos poderes como se eles fossem dogmáticos, " pôe-me em estado de sitio" !)






domingo, 2 de dezembro de 2012

À Porta



A porta : da porta para dentro, no meu mundo, ainda se conseguem ver as mito_lógicas criaturas que habitam todos os sonhos que se podem ter enquanto se é criança; os bosques têm árvores frondosas, onde a cada recanto se encontram mágicas criaturas, com misteriosos poderes.
Os caminhos, por vezes turtuosos, no meu mundo, sempre chegarão a algum lugar; a porta: na entrada de um maravilhoso castelo onde as asas me fazem borboleta com uma bateria no peito, qual gaivota a voar pelos céus de uma lisboa que só eu conheço...
No meu mundo, tudo se conjuga, porque tudo isso é ser, e é isso ser o meu ser, mas isso seria quase impossível saber...se...
Dentro da porta assim é; da porta para fora nada se vê para alem dos olhos de quem olha. Uma casa, uma rua, uma estrada, um caminho até chegar, e a espera, a espera do que se pretende encontrar: braços abertos, um abraço ambulante, a colocar sorrisos nos lábios que se abrem para colocar em voz pensamentos com o cunho de uma raiva que não se sabe onde guardar ( onde e que se colocam as coisas que não são propriamente lixo, mas que não sabemos como usar? Onde se deixam, esquecidas, as duvidas, quando tudo corre mal?).
À porta um eu, num seu que é meu e teu...os sonhos da porta para dentro, o mundo da porta para fora, e à volta a vida, que vai na rua, que não me interessa, desde que hajam braços abertos na porta do meu castelo, rodeado de florestas encantadas onde se cantam abraços e desejos.
A porta: da porta para dentro um mundo assim, lá fora tudo o que se espera de mim...


domingo, 4 de novembro de 2012

Por terras e águas do Luso

Da humidade que o bosque transmite, numa terra de água, estranho seria se não nascessem a cada canto,  todos diferentes, por vezes sozinhos, outras "aos molhos". Digo sempre que todos são comestíveis, mas alguns, são-o apenas uma vez...este não sei, que nada percebo de cogumelos, mas tem um aspecto mágico e só lhe faltava a lagarta a fumar, confortavelmente sentada por cima dele.

Parei em frente e esperei que saísse o coelho a olhar para o relógio, a confirmar-se atrasado. Ri-me com a noção que tive que essa imagem do coelho atrasado, me seria tão proximamente familiar.
A porta é minúscula e está implantada, cercada de plantas, num lugar tão improvável que quase que aposto que quem a colocou ali, esperava que parássemos a sonhar, à sua frente....



E por fim, depois de me ter fascinado por mais uma mata nacional, as placas a informarem os sentidos confirmaram-me o que antemão já pressentia  Por vezes existe mais do que uma hipótese de ir dar ao mesmo lugar, só que por uma delas, mais tarde ou mais cedo, vamos inevitavelmente enfiar um pé na cova...

Adorei as terras húmidas e quiméricas do Luso


terça-feira, 3 de julho de 2012

O valor das coisas


Eu acho que... 

ainda temos 


Os dois lados da coisa.

Li isto no site do Sindicato dos Enfermeiros:
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"A rácio de 1,5 Enfermeiros por Médico coloca-nos no desonroso lugar 30º entre 40 países indicados no estudo. 
Mas não deixa de ser significativo que, desde a Irlanda, com 6,4 Enfermeiros por Médico, à Finlândia com 5,7 Enf/1 Médico, àDinamarca, com 4,2/1, à Holanda 4/1, quanto maior é a rácio Enfermeiro/Médico, maiores são os ganhos em saúde, como é do domínio público."
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Não sou particular entusiasta no rácio Enfermeiros/Médico, especialmente numa contabilização onde na rubrica "Enfermeiros" cabem todos os profissionais que exercem no contexto relacionado com a Enfermagem; o que significa que uma parte muito substancial não são Enfermeiros (tal como em Portugal concebemos), mas "aparecem nas contas"!
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Compreendo que o excesso de Médicos empregues no sistema é pernicioso para o mesmo!
Todavia, deixo algumas considerações interessantes (para quem gosta de ponderar acerca dos cenários para a evolução da profissão):
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1. Não existe nenhuma relação directa sólida entre o rácio Enfermeiro/Médico e a qualidade (e eficácia) do sistema de saúde; existe, sim, uma relação com as dotações de Enfermeiros - o que é diferente. 
Se assim fosse a Polónia, Coreia, Eslováquia, República Checa ou a Rússia teriam melhores sistemas de saúde do que Portugal... o que é falso! Ou então os Estados Unidos melhor que a Suécia, Finlândia ou Noruega... o que é, uma vez mais, falso! 
A título de curiosidade, o continente africano tem um rácio médio de 5 Enfermeiros para um Médico; ou seja, nos países sub-desenvolvidos também existem bons rácios, no entanto...



2. Em todos os países referidos pelo sindicato, os Enfermeiros auferem um salário igual ou inferior à média salarial da população(estimada entre professores, sapateiros, empregados de mesa, cartomantes, mineiros, etc - dos qualificados aos analfabetos) do respectivo país. Entendem o que isto significa? 
Portugal, por exemplo, em proporção relativa, é o segundo país mais bem classificado neste ranking (mundial)!


Podemos observar que, por exemplo, os Enfermeiros Irlandeses, Noruegueses e Finlandeses, auferem rendimentos próximos (em alguns casos, inferiores) salário médio do seu país (por vezes pouco acima do salário mínimo).
Assim, podem reflectir no futuro da Enfermagem... sabendo que maiores rácios Enfermeiro/Médico, estatisticamente, significam menores salários!
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Aguardo contra-argumentações. 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Corr...opção (?)

Traduzindo...




Está tudo dito.
Dr Tiago, parabéns!, precisamos de mais corajosos como o sr, que lembre às pessoas que a democracia é dos cidadãos e não dos políticos, que um cargo público

 público 
(latim publicus, -a, -um

adj.

1. Relativo ou pertencente ao povo, à população. = GERAL ≠ PRIVADO

2. Que serve para uso de todos. = COLECTIVO, COMUM ≠ PARTICULAR, PESSOAL
3. Relativo à governação ou administração de um país. ≠ PARTICULAR, PRIVADO
4. Que é do conhecimento de todos. = MANIFESTO, NOTÓRIO, PATENTE ≠ SECRETO
s. m.
5. A população em geral. = POVO
6. Conjunto de pessoas que assiste a algo, geralmente um espectáculo ou uma emissão. = ASSISTÊNCIA, AUDITÓRIO, PLATEIA
7. Conjunto de pessoas que se interessa por algo ou ao qual se dirige determinada mensagem ou produto. = PÚBLICO-ALVO
8. Sector de uma actividade pertencente ao Estado.
em públicodiante de todos, ou de muitos.
em público e rasocom a assinatura do escrivão por extenso e em presença de testemunhas.
encargos públicosVer encargo.
opinião públicaVer opinião.
voz públicaVer voz.


exige transparência e interesse pela comunidade e não só pelo próprio umbigo ( sejamos sinceros, nem todos somos "madres Teresas de Calcutá" mas exige-se o mínimo, ou seja, a real noção de serviço público)
e que ficar calado à espera que "pingue" alguma coisa para o nosso lado só vai aumentar as probabilidades dos nosso filhos virem a ser prejudicados.

Avé

" A Deus o que é de Deus e a César o que é de César"

... e tenho dito...



( tirei daqui)



( e este foi daqui)
















terça-feira, 22 de maio de 2012

Os Palácios de Cristal ( ou aquilo que parece que é, mas não é)


Toda a gente sabe que uma das coisas que mais gosto de fazer é conhecer, ver com os meus próprios olhos,  saber o que está pela frente e por detrás de determinadas  (se possível todas) as coisas.  Este fim-de-semana a minha curiosidade recaiu sobre o Palácio de Cristal.

Infelizmente dei por a mim à procura de uma coisa que não existe...ou seja, apenas a teimosia de uma população que não se conforma com os erros de gestão e com a destruição de um bem essencial que é a cultura ( ou as convicções!!!???) permite que o referido nome se mantenha sempre presente na memória colectiva como forma de não apagar a vergonhosa atitude. 



Hoje deparo-me com esta noticia...


e só me apetece congratular o referido sr pela coragem que tem de, perante até a " sua própria camisola", apontar o dedo aquilo que toda a gente sabe que se faz a "torto e a direito"...



E mais uma vez só aqui para nós, que ninguém nos ouve... aposto que lhe estão a tentar " apertar os calos" 


A minha conclusão é simples: alguém vai ganhar alguma coisa se isto se investigar?? é que se for, cuidado!! eles vão andar por aí....

terça-feira, 24 de abril de 2012

Um exercício de direito: aprender a liberdade



E estamos na véspera do grande dia. Entramos enfim pela madrugada que gerou os filhos da liberdade e pelos vistos entramos a correr, mas não todos. Enquanto uns correm ( atrás ou à frente??!!!) à liberdade, outros, na ânsia de exercerem a sua, passam fome.

Passo a explicar,

constituição da república portuguesa diz no seu artigo 9º que as tarefas fundamentais do Estado são:



Artigo 9.º
Tarefas fundamentais do Estado
São tarefas fundamentais do Estado:
a) Garantir a independência nacional e criar as condições políticas, económicas, sociais e culturais que a promovam;
b) Garantir os direitos e liberdades fundamentais e o respeito pelos princípios do Estado de direito democrático;
c) Defender a democracia política, assegurar e incentivar a participação democrática dos cidadãos na resolução dos problemas nacionais;
d) Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efectivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais;
e) Proteger e valorizar o património cultural do povo português, defender a natureza e o ambiente, preservar os recursos naturais e assegurar um correcto ordenamento do território;
f) Assegurar o ensino e a valorização permanente, defender o uso e promover a difusão internacional da língua portuguesa;
g) Promover o desenvolvimento harmonioso de todo o território nacional, tendo em conta, designadamente, o carácter ultraperiférico dos arquipélagos dos Açores e da Madeira;
h) Promover a igualdade entre homens e mulheres.



e no seu artigo 13º ( que numero esquisito, é azar....)

Artigo 13.º
Princípio da igualdade
1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.


Ora porque é que numa vila tão encantadora como esta em que eu nasci


em que as diferentes cores da autarquia se têm esforçado por dotar , com o dinheiro dos seus munícipes, tal como está previsto na constituição, de óptimas infra-estruturas de apoio à cultura e ao desporto, quando é necessário fazer alguma prova de maior visibilidade ou interesse publico esta mesma prova se realiza sempre ( e quando digo sempre, ultimamente é mesmo sempre!) ao fundo do jardim, ou em seu redor??? Para que serve então o complexo desportivo municipal (?) 

Eu sei que sou uma minoria, que o grosso da população trabalha de 2ª a 6ª, com um horário normal e definido, mas eu também vivo cá ( HELLLO!!!) e por acaso até trabalho com horários rotativos e sem dias de descanso certos e por acaso gosto de quanto estou a chegar, faminta, a casa,  poder ter acesso a ela. 

É que não são uma nem 3 são muitas, muitas vezes aquelas em que devido ao intenso programa desportivo e cultural ( que apoio e incentivo - e agora não estou a ser irónica) sou literalmente proibida de me chegar ao meu cantinho, ao meu repasto, ao merecido descanso da guerreira!



Pois é! amanhã é o dia da liberdade, mas como eu estou continuamente a repetir desde que me lembro de mim por gente ( coisas que me ensinaram, o que querem...) a liberdade de uns termina quando começa a liberdade dos outros e eu que trabalho, pago os meus impostos e contribuo como posso para a efectiva democratização desta nação à deriva tenho direito a correr atrás daquilo que mais me apraz!!



E se não concordarem comigo façam um favor à minha inteligência : 

Multem-me!!!

 Se é coisa que eu prezo muito é a minha liberdade de pensamento. E tenho dito. 

E como não poderia deixar de ser aqui vos deixo uma das coisas que mais gosto: 


MÚSICA , CULTURA E UMA HOMENAGEM À LIBERDADE




Viva Portugal ( e já agora, deixem viver ) 






sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Um pobre Estado sem espírito

Parece que a revista Focus vai fechar. Entristece-me mas não me admira. Quando ouço políticos com este tipo de discurso, até a mim me apetece ler uma revista cor de rosa.



É triste pensar que esta senhora considera que os seus compatriotas são meros números ou embalagens com prazo de validade: aqueles que por acaso até pagam para a ouvir, e sobre os quais pelos vistos ela nada sabe. É que mesmo que se aplique um ajuste aos rendimentos a maior parte dos doentes renais continuarão a ser comparticipados e não são estes os que maior desfalque fazem ao estado...

Nesta época de promoções, há muita publicidade enganosa e o mais importante não pode ficar por alcançar!






sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Estranhas ternuras

Nem de propósito em relação ao que escrevi ontem : O Paco Bandeira está a ser acusado de violência doméstica.




Infelizmente ainda é esta a noção de ternura de muita gente. Bolasss!!!!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Iluminando os maus exemplos

Falando do presente, lembro-me do passado e apetece-me retomar um pouco do mau feitio. Diz o Sol, iluminando um pouco as contas da contenção, que somos a seleção que mais gastará em luxos de "merecido" repouso: 33mil euros por dia! O que é que eu faria com 33mil euros por dia? Pois nem sei bem, mas correr atrás de uma bola é um trabalho desgastante, com bastante produtividade e ganhos para o país que patrocina a equipa ( digo eu !!?? ). Só isso pode explicar que em tempos de crise, em que queremos demonstrar a nossa capacidade de "acertar as contas" se gaste estes montantes em despesas de estadia. Ou então é para emparelhar com as quantias que se gastou em estádios durante o Euro, o que toda a gente sabe:  foi um bom negócio!

Já agora senhores jornalistas, dispensamos as noticias diárias sobre o estado de saúde do nosso querido Eusébio. Não é que não me preocupe com o estado de saúde do sr., mas eu já nem sou do tempo de me lembrar de o ver jogar, sei de muitos portugueses, também da área do entertenimento, que continuam a produzir, dando o melhor de si nos palcos e fazendo as nossas vidas mais felizes ( o futebol serve para isso, certo?) e até a nossa querida Amália, a grande embaixatriz da nação, já não está connosco. Estamos na época das pneumonias, é um facto! e provavelmente muita da nossa população que contribuiu toda uma vida para o desenvolvimento do país sofre neste momento dos problemas da idade e da temperatura. Todos nós sabemos que o senhor terá que falecer um dia , por favor não o queiram anunciar antes do tempo.  E já agora poupem nas despesas de estadia e iluminem um pouco a vida daqueles que neste momento podem precisar mais do que a nossa seleção.




Não??!!!???